segunda-feira, 7 de junho de 2010

O que realmente importa

Peço desculpas aos meus leitores por ter abandonado o blog, mas tive problemas de ordem pessoal que não me permitiam passar por aqui.
Esse post é dedicado a seres que realmente fazem a diferença na vida de qualquer pessoa: cachorros. Sim, cachorros. Porque só eles são capazes de amar de verdade. Como? Eles não cobram ninguém, eles estão sempre de bom humor, estão sempre por perto, não se tornam psicopatas nem assassinos em série, e sabem ler o nosso coração, como nenhum outro ser vivo consegue fazer.
Sim, os cachorros tem um amor e uma fidelidade incondicional a nós, seres humanos. Eles são sim, os melhores amigos de um homem. Você pode brigar com ele agora, que nos dois minutos seguintes ele já vai estar balançando o rabo de felicidade para você. Eles tem a necessidade da proximidade e do amor verdadeiro. Eles sabem perdoar, pois independente de qualquer coisa, sempre sabem que você só deseja o melhor para eles.
Me assusta e impressiona saber que algumas pessoas não gostam de animais. Acho que na realidade são apenas pessoas que se machucaram de alguma forma, e não conseguem recuperar a paz de espírito. São pessoas incapazes de amar qualquer coisa.
Uma vez, eu estava chateada perante uma situação, e uma amiga me disse a seguinte frase: "Não vale a pena se importar". E realmente, ela estava certa. O que realmente importa, no final das contas, é o amor que você consegue receber e transmitir.
E aqui segue o meu conselho. Quer um amor incondicional, sem decepções? Tenha um cachorro. Eles fazem toda a diferença na minha vida, espero que também possam fazer na sua.

Camila Yano


“Be who you are and say what you feel, because those who mind don’t matter and those who matter don’t mind”. (Dr. Seuss)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Eu sei...

Eu sei o que é viver;
Eu sei o que é respirar;
Eu sei o que é sentir;
Eu sei o que é querer;
Eu sei o que é desejar;
Eu sei o que é planejar;
Eu sei o que é executar o plano de uma vida;
Eu sei o que é acreditar...
Eu sei o que é se apaixonar a ponto de estremecer;
Eu sei o que é amar loucamente a ponto de sentir borboletas no estômago;
Eu sei o que é sentir um choque passando por todo o corpo quando se toca em alguém...
Eu sei o que é perder o rumo;
Eu sei o que é perder a esperança;
Eu sei o que é não ver um futuro;
Eu sei o que é percorrer a estrada de tijolos amarelos e nunca conseguir chegar até Oz;
Eu sei o que é não querer acordar um dia;
Eu sei o que é não acreditar mais na vida...
Eu sei também o que é reencontrar a paz na alma e tudo o que eu tinha perdido;
Eu sei o que é reacreditar em tudo o que eu havia esquecido;
Eu sei o que é tentar novos caminhos;
Eu sei o que é ter de atirar para todos os lados esperando algo de bom vir ao meu encontro;
Eu sei o que é percorrer uma nova trilha;
Eu sei o que é ter novamente esperança perante a vida.


Camila Yano

*texto meu, ok?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Parabéns para nós....

Ontem foi o Dia Nacional do Jornalista. E infelizmente a minha internet não me ajudou a postar aqui no blog... Mas, como sou brasileira e não desisto nunca, vou publicar hoje o texto que eu gostaria de ter publicado ontem, mas que fiquei impossibilitada de fazê-lo. Recebi este texto por e-mail de um antigo professor da faculdade. Não sei de quem é a autoria, ou se é dele mesmo, pois não deixou isto especificado. Mas gostei muito, e vou postá-lo abaixo com as merecidas aspas. Se alguém souber a autoria, por favor, me avise, para eu poder colocá-la aqui depois.
Obrigada. Parabéns para mim, e para todos os jornalistas desse mundão... A gente merece.


"Dia Nacional do Jornalista.
7 de Abril

Apesar das turbulências que a profissão vive no seu cotidiano,
tanto as decorrentes da imprevisibilidade da nossa rotina
quanto as provocadas por tentativas de desvalorização,
trata-se de um ofício reconhecido pela sociedade como de suma importância para a sustentação da democracia no país.
Sem a garra e o esmero do jornalista, o Brasil seria uma nação com carências ainda maiores no que se refere
ao sagrado bem público da informação, tão valioso para a construção da cidadania.

O Dia do Jornalista é um momento de reflexão sobre nosso presente e futuro, principalmente diante de
avanços tecnológicos tão acelerados que ocorrem em todo o mundo.
A data é um chamado à luta por melhores condições de trabalho, um clamor por mais respeito
por parte de um sistema midiático concentrador ainda refém de arcaicas relações de poder
e uma conclamação por mais dignidade, esta seriamente arranhada pela infeliz decisão do STF
em extingüir a exigência da formação superior específica da regulamentação.

No entanto, o Dia do Jornalista é um motivo para expressar o orgulho de pertencermos
a uma categoria mergulhada na fascinante dinâmica da própria vida e na muitas
vezes surpreendente engrenagem que movimenta os fatos.
Portanto, mais uma vez parabéns aos repórteres, editores, chefes e secretários de redação,
chefes de reportagem, redatores, produtores, pauteiros, âncoras, repórteres fotográficos e cinematográficos,
diagramadores, ilustradores, assessores de imprensa, professores e estudantes de jornalismo !
FELIZ DIA NACIONAL DO JORNALISTA!"


Camila Yano

segunda-feira, 15 de março de 2010

Uma "Quase Perfeita" Sincronia

Novamente, este post será sobre um e-mail que recebi. Mas não vou postar ele todo aqui, pois gostaria de fazer alguns comentários a respeito.
O texto fala sobre uma situação totalmente constrangedora para todos nós, brasileiros. O filho de nosso presidente Lula, Luiz Cláudio Lula da Silva, entrou bêbado, e se achando o dono de tudo, em uma apresentação do Ciruqe du Soleil que atualmente está aqui no país exibindo seu mais novo e maravilhoso espetáculo.
Durante o "caso" ocorrido, Luiz Cláudio entrou com duas senhoritas no circo, e sentou em cadeiras que não eram as que ele respectivamente havia adquirido. Conclusão: As três senhoras, donas dos lugares, que haviam pagado por eles, chegaram e queriam se sentar, e o "Bonitão" não queria sair dali de jeito nenhum. Chegaram o coordenador e os seguranças, e tiraram ele de lá.
Acontece que alguém esqueceu de contar pra ele que ele não é Deus, e nem o dono do mundo. Ele é apenas uma pessoa comum, se aproveitando do cargo que o PAI dele está exercendo. Nem o Lula é o dono do Brasil, ele só está lá porque algumas pessoas elegeram ele.
Detalhe que o circo é protegido pelas leis do seu próprio país de origem, o Canadá. Nenhum outro país, ou quem quer que seja, pode exercer influência sobre ele ou seus espetáculos. Eles tem regras próprias que como em qualquer outro lugar comum devem ser obedecidas, apesar de qualquer coisa.
Palavras do próprio filho do Lula, para o presidente do circo canadense: "Quem manda nesse país é o meu pai, eu sento onde eu quiser e mando minha turma bater em você, porque descubr onde você mora.... Você sabe com quem está falando? Também posso fazer você perder seu emprego". O que será que o pai dele, o presidente do NOSSO país, eleito pelos brasileiros, acha de tudo isso?
Pois é, dê algum poder a uma pessoa, e veja você mesmo no que ela é capaz de se transformar. Quem até ontem não tinha nada, hoje acha que manda no mundo.
Não gosto de me envolver com política. Não estou fazendo campanha nem contra, e nem a favor de ninguém. Acho isso anti-ético (ainda tem hífen?) de minha parte pela minha profissão. Mas peço a todos que por favor, pensem MILHÕES de vezes antes de elegerem alguém este ano. Não gostaria de ver outra cena como essa se repetindo novamente. É uma vergonha para mim, e para todos os brasileiros.

Camila Yano

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais do que um resumo do que é o amor...

Hoje, não vou escrever nada, não vou criticar ninguém (apesar de isso fazer parte da minha natureza). Apenas vou postar aqui para vocês um texto que acabo de receber por e-mail (e que por sinal deu muito trabalho pra conseguir colocar aqui devido ao meu Internet Explorer). Este texto é uma crônica, na verdade, que consegue definir em algumas palavras uma das coisas mais complexas do mundo, um dos sentimentos mais difíceis com o qual temos que lidar: o amor.


"Crônica de Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo... Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.
Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário.
Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte para mim. Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucini ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém... Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consege ser do jeito que o amor da sua vida é!".

(Roberto Freire)


Camila Yano

quarta-feira, 10 de março de 2010

Open your eyes, Conar

Traduzindo literalmente, Abre os Olhos, Conar!!! Logo no primeiro dia deste mês, a Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentção Publicitária) vetou a nova publicidade da cerveja Devassa, que tem como garota propaganda a patricinha mais famosa do mundo, Paris Hilton. (Veja matéria no Terra, AQUI) O motivo do veto foi o fato de ter sido considerada a publicidade, uma ofensa às mulheres, como uma campanha "sexista e desrespeitosa", estas palavras da própria Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
Tá, tudo bem que a Paris Hilton não é o melhor exemplo de feminilidade do mundo, mas um ótimo de pervertidade. Mas, o que eu realmente não entendo é a decisão do Conar. Existem campanhas por aí mutio piores do que a da Devassa que a $%&@ da Paris fez. Ela só mostrou alí quem ela realmente era, o que não significa que todas as mulheres são, ou devam ser iguais a ela. E a nova publicidade do desodorante Axe Twist??? (veja o vídeo AQUI). Não seria ela MUITO pior do que a da Devassa?? Não seria esta uma publicidade que REALMENTE agride as mulheres??? Só pegaram no pé da Devassa por que cerveja é bebida alcóolica??? E o fato de o Axe dizer que abertamente que as mulheres são inconstantes e nunca ficam felizes com nada, isso não denigre a imagem do público feminino???
O que o Conar pensa de tudo isso?? Gostaria muito de receber uma resposta sobre essas minhas dúvidas. Porque acredito que só eu tenho pensado assim... Mais alguém??

Camila Yano

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ladainhas de final de ano....

Sinceramente, esse final de ano me mata!!! É claro que eu, como qualquer pessoa, adoro Natal e Ano Novo, comer e beber até não aguentar mais. Porque essa história de ganhar presente ficou naquele passado remoto das vacas gordas, hehehehehe.
Mas o que me MATA nessa época do ano são as aquelas ladainhas, sim, as mesmas de sempre. É gente que ficamos o ano todo sem ver, e que no final do ano a gente tem que amar em 2, 3 dias. São cumprimentos infinitos para pessoas que não conhecemos, abraços sufocantes e choros que a gente não sabe o porque, e nem de onde surge. E no final de tudo isso, acabamos ficando perdidos. Não podemos ter a reação que desejamos. Não, isso é proibido, nas festas de final de ano temos de estar sempre alegres, otimistas, felizes com tudo, com aquele sorriso amarelo de orelha a orelha.
Fora que essas mesmas pessoas que você não conhecem vem te desejar um Feliz Natal, um Próspero Ano Novo, saúde, paz, amor, sucesso, harmonia, etc, etc, etc. Por que elas não desejam isso pra gente o ano inteiro??? Eu não quero felicidade e sucesso um, ou dois dias apenas no ano. Eu quero isso todos os dias. Quero acordar com paz no coração, sem dores, angústias e sofrimento durante todas as estações. Quero isso pra vida toda. Quero continuar a acreditar com a inocência de uma criança, que espera o Papai Noel lhe trazer presentes naquele dia, que as pessoas são boas, que um mundo melhor pode ser construído, que existe solidariedade, que existe boa vontade e bondade sem a espera de uma recompensa. E quero, acima de tudo, que terminem essas falsidades de final de ano. Quero sinceridade, não fantasia.

Camila Yano